LINGUAGEM USADA EM AVIAÇÃO

Aerovias -

Aerovias delineadas por sinais de navegação por rádio para rotas baixas (abaixo de 18.000 pés). Também conhecidas como estradas do céu. "Aerovias a jato" são usadas para rotas de altas altitudes.


Alfabeto Fonético Mundial -

Alfabeto usado na comunicação entre o piloto da aeronave, e o aeroporto.



A- Alfa
B- Bravo
C- Charlie
D- Delta
E- Echo
F- Foxtrot
G- Golf
H- Hotel
I- India
J- Juliett
K- Kilo
L- Lima
M- Mike
N- November
O- Oscar
P- Papa
Q- Quebec
R- Roma
S-Sierra
T- Tango
U- Uniform
V- Victor
X- X-Ray
Z- Zulu
W- Whiskey
Y - Yankee




Ailerons -

Superfícies de controle móveis, geralmente localizadas próximas às pontas das asas, que controlam o movimento de giro de uma aeronave. O piloto deflete os ailerons movendo o manche de controle ou alavanca para a esquerda e para a direita. Os ailerons movem-se simultaneamente em direções opostas. Por exemplo, quando o piloto move o manche ou alavanca para a esquerda, o aileron na asa esquerda move-se para cima, diminuindo a sustentação na asa esquerda. Ao mesmo tempo, o aileron direito move-se para baixo, aumentando a sustentação na asa direita. A palavra deriva do francês "aile", que significa "asa".

Altitude-pressão -

A altitude indicada quando o altímetro está ajustado para 29,92 polegadas (760 mm) de mercúrio ou 1.013,2 milibars. A altitude-pressão é usada em diversos cálculos importantes, como a determinação da altitude-densidade, altitude real e velocidade relativa do ar real. Nos Estados Unidos, aeronaves operando a 18.000 pés (5.486 m) ou mais voam a "níveis de vôo", que são altitudes-pressão. Quando operando em FL 180 ou acima, o piloto deve ajustar o altímetro para 29,92 para exibir a altitude-pressão.




Altura de decisão -

Altura na qual, durante um ILS ou outra aproximação para pouso de precisão, um piloto deve decidir se pousará ou executará uma arremetida. Uma aproximação ILS típica tem uma DH (decision height, altura de decisão) de 200 pés (60 m) acima do nível do solo.




Álulas -

Extensões verticais acrescentadas às extremidades da uma asa principal. As álulas reduzem a resistência do ar induzida, aumentando a relação de aspecto efetiva da asa, e assim reduzindo a intensidade dos vórtices de ponta da asa produzidos como subproduto da sustentação.




Angulo de ataque -

O ângulo entre a asa e o fluxo de vento que chega — o vento incidente. É importante compreender que o ângulo de ataque é relacionado à direção na qual uma aeronave está se movendo, não ao ângulo que a asa faz com o horizonte. Em geral, à medida que o ângulo de ataque aumenta, o mesmo ocorre com a quantidade de sustentação produzida pela asa. Entretanto, em um ponto específico chamado "ângulo de ataque crítico", o ar que flui sobre uma asa pode não mais seguir o contorno do aerofólio e ele se torna turbulento. A perda repentina de sustentação neste ponto é chamada “estol”.




Aproximação ILS (sistema de pouso por instrumentos) -

Um sistema de auxílios à navegação e luzes de aproximação que fornecem orientação horizontal e vertical a aeronaves que se aproximam de uma pista. O ILS (instrument landing system, sistema de pouso por instrumentos) é o principal sistema de aproximação de precisão em uso hoje no mundo. Um ILS típico inclui um localizador, um glideslope e radiofaróis (marcadores) externos, intermediários e internos. O localizador transmite um sinal direcional que fornece orientação para a esquerda/direita. O glideslope é um trajeto de planagem eletrônico que define o ângulo de descida adequado para a pista. Os radiofaróis indicam a distância da pista.




APU -

Sigla de Auxiliary Potency Unit ou Unidade auxiliar de potência. É o APU quem dá a força necessária para que haja a partida dos motores em uma aeronave. É uma espécie de turbina (só que bem menor do que os motores principais) que se localiza na cauda da aeronave. A unidade que controla o APU se localiza sobre a cabeça do piloto e do co-piloto.




Bequilha -

Peça auxiliar do trem de pouso do nariz do avião, que serve para a movimentação da aeronave em solo.




Cabrado -

Abaixar rapidamente o nariz em relação ao horizonte; diminuir a inclinação. No solo, um cabrado; um mergulho ou cambalhota para frente da aeronave podem ocorrer quando a roda do nariz afunda em uma superfície macia ou quando um avião equipado com roda na cauda desacelera muito rapidamente.



Canard -

Uma superfície horizontal, montada à frente da asa principal de uma aeronave, que serve como estabilizador para controlar a inclinação do nariz. Os canards também reduzem a resistência do ar diminuindo a força para baixo gerada por uma cauda convencional. Eles foram usados pela primeira vez nos primórdios da aviação, e atualmente sua principal vantagem em projetos modernos é na prevenção de estóis profundos. O canard é projetado para entrar em estol antes da asa principal, baixando o ângulo de ataque da asa principal antes que esta entre em estol. O termo "canard" também é usado para descrever qualquer aeronave que levante vôo primeiramente com a cauda.



Curva de razão padrão -

Uma curva de 3 graus ou de 1,5 grau por segundo. Pequenas aeronaves em geral usam a razão de 3 graus/segundo, que resulta em uma curva de 360 graus após 2 minutos. Aeronaves maiores e mais rápidas em geral usam uma razão mais lenta, que resulta em uma curva de 360 graus em 4 minutos. Os pilotos usam a curva de razão padrão quando voam segundo regras de vôo por instrumentos (IFR, Instrument Flight Rules). Ela proporciona uma razão de curva consistente, previsível e fácil de controlar. As curvas de razão padrão também são úteis caso o indicador de rumo falhe. O piloto pode fazer curvas precisas para especificar rumos, inclinando na razão padrão e cronometrando a curva.



EFIS -

Sigla de Electronic Flight Instrument System. Ele é aquele computador que fica um pouco em cima das manetes. Falando em uma maneira grosseira, ele é um GPS misturado com Auto-Pilot. O piloto programa nele: o aeroporto de saída, e ele já informa quais as pistas do aeródromo; as velocidades do vôo, e ele prepara tudo pra você. Há relatos que dizem que nos primeiros Boeing 737 que saíram com o EFIS, os pilotos acostumados a fazerem VFR (vôo visual) se negaram a usá-lo, pois diziam ser muito complicado de se programar. Hoje, não há nenhum piloto que não voe sem ele. Na seção Cockpits, tem uma foto que o mostra em detalhes.




Embandeiramento -

A ação de girar as pás da hélice até que elas estejam paralelas à fuselagem da aeronave. Após uma falha do motor, uma hélice em auto-rotação pode causar resistência do ar suficiente para prejudicar gravemente a controlabilidade da aeronave. O embandeiramento reduz esta resistência do ar reduzindo as forças aerodinâmicas na hélice, permitindo que ela pare sua auto-rotação. O embandeiramento da hélice é realizado movendo-se as alavancas da hélice na cabine para a posição de embandeiramento.


 

Equipamento de medida de distância (DME) -

Aviônica que determina e exibe a distância em milhas náuticas. O equipamento DME (distance measuring equipment, equipamento de medida de distância), que opera na faixa UHF, geralmente é instalado em uma estação VOR. Uma unidade complementar instalada na aeronave transmite pulsos em intervalos regulares para a estação no solo, que responde. A unidade na aeronave converte o tempo entre os pulsos e as respostas em distância e também deriva a velocidade no solo e o tempo para alcançar a estação. A distância exibida pelo equipamento DME é a "distância oblíqua" da estação – o comprimento da hipotenusa de um triângulo retângulo formado pela altitude da aeronave e sua distância da estação conforme medida ao longo do solo. A diferença entre a distância oblíqua e a distância real da aeronave à estação é desprezível quando a aeronave está a mais de 10 mn (milhas náuticas) da estação e em uma altitude moderada.



Estol -

Uma perda súbita de sustentação causada por uma interrupção no fluxo contínuo normal de ar ao longo da superfície superior de uma asa. Um estol é um fenômeno aerodinâmico e não tem nada a ver com o motor. Um estol ocorre quando o ângulo de ataque de uma asa atinge um valor específico, chamado de ângulo de ataque crítico. É esse ângulo entre a asa e o ar incidente — e não a velocidade, peso ou atitude de inclinação em relação ao horizonte do avião — que determina quando uma asa estola. Na verdade, um avião pode estolar a qualquer velocidade e a qualquer altitude.


 

Flaps -

Parte articulada da asa de um avião, geralmente na borda traseira, que pode ser abaixada durante a decolagem e o pouso para aumentar a sustentação e a resistência do ar na asa. Quando parcialmente estendido, um flap adiciona sustentação aumentando a curvatura da asa. Como os flaps estendem-se na direção do ar incidente, eles também aumentam a resistência do ar, ajudando uma aeronave a descer rapidamente sem aumentar a velocidade. As aeronaves modernas usam diversos tipos de flaps; os modelos mais comuns são simples, divididos e Fowler. Freqüentemente confundidos com os ailerons, os flaps não são superfícies de controle principais de um avião.


Glideslope -

O trajeto de aproximação eletrônico projetado como parte de um sistema de pouso por instrumentos (ILS, Instrument Landing System). Transmissores de glideslope, localizados próximo da extremidade de uma pista, enviam sinais de rádio para formar o trajeto de descida adequado para a pista. O ângulo do glideslope é geralmente definido a cerca de 3 graus para a horizontal.



GPS -

Abreviação de Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global). É uma constelação de 26 satélites que ficam ao redor da Terra, a uma distância de 33000Km. Os GPS's aeronáuticos informam ao piloto, por exemplo, o tracking de um VOR, como também a sua distância, altitude de obstáculos que estejam a sua frente, etc.



Indicador de direção (rumo) -

O instrumento que exibe informações sobre a posição de uma aeronave em relação a uma estação VOR. O OBI (omni-bearing indicator), indicador de direção (rumo) é formado por uma agulha ou indicador de desvio do curso (CDI, course deviation indicator) para mostrar a posição de uma aeronave em relação a um curso selecionado ou "radial" e um indicador TO-FROM-OFF (sentido-deslocamento) que mostra a posição da aeronave em relação à estação VOR. Uma ponteiro de glideslope também é incluído em alguns OBI. Em geral, cada OBI é conectado a um receptor de navegação (NAV 1 ou NAV 2).



Indicador de velocidade vertical -

Um dos seis instrumentos de vôo principais, o indicador de velocidade vertical mostra a razão de subida ou descida de uma aeronave, em geral em pés por minuto. Também conhecido como indicador de razão de subida (RCI, rate of climb indicator) ou VVI (vertical velocity indicator). Grandes aeronaves em geral são equipadas com uma versão sofisticada deste instrumento, denominada "indicador de velocidade vertical instantânea" (IVSI, instantaneous vertical speed indicator), que reage imediatamente a mudanças na altitude.



Indicador de desvio de curso CDI -

Um ponteiro vertical no indicador de rumos (OBI, omni-bearing indicator) que mostra seu desvio da radial da faixa de freqüência onidirecional muito alta (VOR) ajustada pelo seletor de curso. Se o ponteiro estiver à direita do centro, a radial fica à direita de sua posição atual.



Indicador de velocidade vertical - Um dos seis instrumentos de vôo principais, o indicador de velocidade vertical mostra a razão de subida ou descida de uma aeronave, em geral em pés por minuto. Também conhecido como indicador de razão de subida (RCI, rate of climb indicator) ou VVI (vertical velocity indicator). Grandes aeronaves em geral são equipadas com uma versão sofisticada deste instrumento, denominada "indicador de velocidade vertical instantânea" (IVSI, instantaneous vertical speed indicator), que reage imediatamente a mudanças na altitude.



Leme -

Uma superfície móvel de controle, em geral montada no estabilizador vertical da cauda. O leme move a aeronave em torno de seu eixo de guinada ou vertical. No entanto, ele não vira o avião. Ele é usado principalmente para equilibrar forças em curvas e para atuar contra movimentos de guinada induzidos pela hélice durante o vôo. O piloto move o leme aplicando pressão ao pedal esquerdo ou direito do leme. Os pedais são montados no assoalho da cabine. Em manobras normais, o piloto usa, simultaneamente, pressões no aileron e no leme para manter um vôo equilibrado ou coordenado.



L/D máxima -

Máxima razão sustentação-resistência do ar (L/D, lift-to-drag). É a velocidade na qual a aeronave percorre a distância mais longa em uma determinada altitude com um determinado peso. Também conhecida como Melhor Planagem.



Marcador externo -

Os sinalizadores são transmissores seletivos de sinais usados em conjunto com sistemas de pouso por instrumentos. O marcador externo em geral indica um ponto no qual uma aeronave na altitude apropriada em um curso de localizador interceptará o glideslope em uma aproximação ILS.




Marcador intermediário -

Os sinalizadores são transmissores seletivos de sinais usados em conjunto com sistemas de pouso por instrumentos. O marcador intermediário se situa a aproximadamente 3.500 pés do limite da pista. Este é o ponto no qual uma aeronave estará aproximadamente a 200 pés AGL no glideslope.




Marcador interno -

Os sinalizadores são transmissores seletivos de sinais usados em conjunto com sistemas de pouso por instrumentos. O marcado interno está localizado entre o marcador intermediário e o limite da pista. Usado durante aproximações por instrumentos da Categoria II, ele é o ponto no qual uma aeronave está na altura de decisão no glideslope.



Milha náutica (mn) -

Uma distância de cerca de 6.076 pés (1.852 m). A milha náutica se baseia no comprimento de um minuto de arco de um círculo máximo. Em aviação, as distâncias e velocidades são medidas em milhas náuticas (mn) e em milhas náuticas por hora (nós).


Nós -

"Milhas náuticas por hora. Abreviatura em inglês: kt, kts ou KTS. Uma milha náutica (mn ou MN) equivale a 6.076 pés (1.852 m). Esta distância é baseada no comprimento de um minuto de arco de um círculo máximo — um arco que representa a distância mais curta entre dois pontos em um globo. Um nó é igual a cerca de 1,15 milhas terrestres por hora; portanto 100 nós equivalem a cerca de 115 milhas por hora (185 km/h), 150 nós equivalem a cerca de 172 mph (278 km/h) e 200 nós equivalem a cerca de 230 mph (370 km/h). Todas as velocidades apresentadas em planos de vôo e para fins de controle de tráfego aéreo são em nós. Nos Estados Unidos, aeronaves leves fabricadas em 1976 e nos anos seguintes têm indicadores de velocidade relativa do ar marcados em nós. Modelos anteriores tinham indicadores de velocidade relativa do ar marcados em milhas terrestres por hora.


Número do Mach -

A razão da velocidade da aeronave em relação à velocidade do som. A velocidade do som varia com a densidade do meio em que se propagam as ondas sonoras. Por exemplo, o som se propaga mais rapidamente no ferro ou na água do que no ar. Como a densidade do ar diminui com a altitude, a velocidade do som também diminui. O som se propaga a aproximadamente 1.226 km/h (762 mph) ao nível do mar, 1.138 km/h (707 mph) a 20.000 pés (6.096 m) e 664 mph (1.068 km/h) a 35.000 pés (10.668 m). O nome vem de Ernst Mach, físico austríaco.


 

Procedimento de aproximação por instrumentos - Um procedimento oficial desenvolvido para guiar aeronaves até uma pista quando uma descida visual não for possível. Os IAPs (instrument approach procedures) descrevem a rota e a altitude em que a aeronave deve voar enquanto faz a transição do vôo em rota para o pouso. Existem dois tipos básicos de procedimentos de aproximação por instrumentos: de pouca precisão e de precisão. As aproximações de pouca precisão não têm um glideslope eletrônico para proporcionar orientação vertical para a aeronave que pousa. Entre os exemplos de aproximações de pouca precisão estão as aproximações por VOR, NDB, localizador e GPS. Aproximações de precisão têm glideslopes eletrônicos que proporcionam orientação vertical precisa. A aproximação de precisão mais comum é a ILS.



Push - Back -

É um procedimento realizado no solo, no qual um carrinho, engata no trem de pouso do nariz do avião (ou também conhecida como triquilha) uma haste, e o empurra para trás, fazendo a marcha ré, para a aeronave poder ingressar nas taxiways.




Rajadas de vento -

Um breve aumento repentino no vento. Nos informes e previsões de tempo, as rajadas são indicadas com um "G" seguido pela velocidade máxima com 2 ou 3 dígitos e a unidade, geralmente nós (KT). Por exemplo, "G25KT" indica rajadas de vento até um máximo de 25 nós.




Regras de vôo por instrumentos (IFR) -

Nos Estados Unidos, regulamentações que se aplicam a pilotos, aeronaves e operações de aeronaves quando as condições do tempo não atenderem aos critérios para vôo visual, quando as aeronaves forem operadas em espaço aéreo Classe A – isto é, em altitudes de 18.000 pés (5.486 m) e acima, ou quando os pilotos decidirem operar em espaço aéreo controlado segundo estas regras, independentemente do tempo predominante. As regras estabelecem reservas mínimas de combustível, requisitos e verificações de equipamentos e outros padrões operacionais para vôo por instrumentos.



A abreviatura IFR (instrument flight rules, regras de vôo por instrumentos) também é usada para descrever condições meteorológicas que não atendam aos mínimos estabelecidos para o vôo segundo regras de vôo visual (VFR, visual flight rules). Por exemplo, se um controlador de tráfego aéreo alertar um piloto a respeito do tráfego próximo e o piloto estiver voando entre nuvens, este pode dizer "Estou IFR" e solicitar uma alteração no rumo ou altitude para evitar um conflito. A abreviatura adequada para descrever estas condições é "IMC", de "instrument meteorological conditions", condições meteorológicas para instrumentos.


 

Regras de vôo visual (VFR, visual flight rules) -

As "regras da estrada" que governam os vôos quando a visibilidade e o teto permitem aos pilotos navegar e evitar obstáculos e outras aeronaves por referência visual. Nos Estados Unidos, o vôo VFR é, em geral, permitido quando a visibilidade é de pelo menos 3 milhas (5 km) e um piloto é capaz de operar a uma altitude segura que seja de pelo menos 500 pés (152 m) abaixo e de 1.000 pés (304 m) acima de qualquer nuvem. Além disso, o piloto precisa permanecer a, no mínimo, 2.000 pés (608 m) horizontalmente de qualquer nuvem. Os requisitos específicos para VFR dependem do tipo de espaço aéreo, horário do dia e altura acima do terreno.



Reversos -

Também chamados de inversores de empuxo, eles são em algumas aeronaves uma espécie de duas "portas" que se fecham no final da turbina, para bloquear o escapamento do motor, desviando os gases quentes para a frente, consequentemente reduzindo assim, em cerca de 15% as distâncias em pousos. O modelo acima corresponde às turbinas do Fokker F-100 e a do Boeing 737-200, que é do modelo Pratt & Whitney JT8D.




Sinalizadores -

Sinalizadores de rádio de baixa potência que identificam posições específicas ao longo de uma aproximação por instrumentos, em geral uma ILS. Uma ILS típica tem, pelo menos, dois sinalizadores. O marcador externo (OM, outer marker) normalmente indica o ponto no qual uma aeronave intercepta o glideslope eletrônico. Ele transmite três traços em Código Morse. No painel de instrumentos, o OM é indicado por uma luz azul. O marcador intermediário (MM, middle marker) indica uma posição a cerca de 3.500 pés (1.067 m) do limite da pista. Ele também indica o ponto em que uma aeronave está a cerca de 200 pés (61 m) acima da elevação da zona de toque na pista. O marcador intermediário transmite um código "ponto-traço-ponto-traço" e é indicado na cabine por uma luz amarela.



Alguns ILSs também têm um marcador interno (IM, inner marker ) que indica o ponto no qual uma aeronave que estiver voando ao longo do glideslope correto atinge a altura de decisão. O marcador interno transmite um código rápido "ponto-ponto-ponto-ponto" e é indicado na cabine por uma luz branca.




Tesoura de vento -

Uma mudança repentina e acentuada na direção ou velocidade do vento, quase sempre associada a uma rajada violenta descendente de ar, denominada microrrajada, ou a uma inversão de temperatura de baixo nível. A tesoura de vento é bastante perigosa para aeronaves durante a decolagem e pouso, quando pode causar grandes variações na velocidade relativa do ar e levar a uma razão de mergulho que pode empurrar a aeronave em direção ao solo.




Radiofarol onidirecional de VHF (VOR) -

Um transmissor de rádio baseado no solo que envia sinais em 360 radiais. Alguns desses radiais definem aerovias, mas os pilotos podem rastrear qualquer radial para voar por um rumo específico acima do solo. Os VORs operam em freqüências entre 108,0 e 177,95 MHz na faixa de VHF. Embora o uso dos sistemas de navegação por satélite esteja crescendo rapidamente, os VORs permanecem como o principal sistema de navegação eletrônica atualmente em uso.




Sinalizador de rádio não-direcional (NDB) -

Um sinalizador de rádio que transmite sinais não-direcionais na faixa de freqüência baixa ou média (190 a 535 kHz); atualmente usado primordialmente para aproximações NDB de pouca precisão e em conjunto com o componente marcador externo de um ILS. Um localizador de direção automático (ADF, automatic direction finder) aponta para estes sinalizadores.





Fonte:Eduardo Ferreira



4 comentários:

  1. é muito importante,esses esclarecimento até porque esses Pilotos novos que estão surgindo ai a fora no Brasil,estão brincando com coisa seria,ou é falta de esquecimento dos Procedimentos.
    Hassan.

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  2. GOSTARIA DE SABER O QUE E FUJBAK ?

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    Respostas
    1. Não é FUJBAK, é Push-Back.
      É um procedimento realizado no solo, no qual um carrinho, engata no trem de pouso do nariz do avião (ou também conhecida como triquilha) uma haste, e o empurra para trás, fazendo a marcha ré, para a aeronave poder ingressar nas taxiways.

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  3. Os links de Radio escuta estão quebrados.

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